Em destaque no SAPO Blogs
pub
Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

Divulgação do Blog de Área de Projecto

Antes de mais, lamento não publicar nada há tanto tempo!

Tenho andado muito ocupada, mas prometo voltar a escrever em breve :)

 

Gostaria que visitassem o meu blog e de mais dois colegas de Área de Projecto, que segue o nosso projecto 'Biodiversidade e a sua protecção':

 

http://proteccaodabiodiversidade.blogspot.com/

 

Por favor, visitem e divulguem!

 

 

 

 

 

Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Praia, Tu & Eu

Estava sentada no cimo de um rochedo, abstraída de tudo o que me rodeava; à minha volta as gaivotas voavam, as ondas batiam sem cessar na areia com um poder invejável, ao longe via-se um barco em mais um dia de trabalho, as pessoas ora gritavam, ora corriam, de uma ponta à outra, do outro lado da praia, ouviam-se latidos de um cão que corria à beira-mar. A beleza inegável de tudo isto só está completa quando tu estás presente!

Publicado por Marta às 15:25
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Quero (...)

Quero voar a teu lado, sentir o toque suave e delicado das tuas mãos, sentir a tua respiração, acelerada pelo vento, transpor e contornar os meus lábios e sentir a caricia reconfortante das tuas palavras *.*

Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Arrependimento

Sinto-me a pior pessoa do mundo!

 

Preciso de abrir a janela da minha alma, para que todo o arrependimento que sinto possa voar livremente pelo ar, fazendo-me esquecer que algum dia existiu.

 

 

Domingo, 16 de Maio de 2010

Memórias

Após um longo tempo de reflexão, pergunto-me se algum dia te mostrei o quanto te amava, se algum dia te transmiti o turbilhão de sensações que o teu olhar cor do mar despertava em mim. Lembro-me do dia em que vislumbrei a tua imagem, os contornos do teu corpo, o brilho do teu sorriso, por entre os raios de sol mais arrepiantes que alguma vez havia visto. Estavas a jogar futebol juntamente com o teu melhor amigo, o R., parecias abstraído de tudo o que te rodeava. Lembro-me de passares junto a mim e de me sorrires. Apresentados pelo destino, começámos a jogar futebol juntos (eu, tu e ele) e todos nos chamavam o trio-maravilha, lembras-te? Estava calor, fui molhar os pés, entrei no mar seguida por ti, deste-me a mão, estavas gelado! Estava um dia deslumbrante, passeámos pela areia que escaldava irresistivelmente. Estacámos em frente a um guarda-sol, o 16, estava vazio. Sentámo-nos. Confiaste-me o teu CD do R.W. para que eu pudesse ouvir, soube naquele momento que aquela música que sempre te pertencera seria nossa e não me enganei pois persegue-me desde então. Só ela tem o poder de me fazer sorrir, só ela tem o poder de me fazer chorar. Beijaste-me, fixaste o meu olhar e sorriste, pediste-me que ficasse para sempre contigo. Retribui o sorriso e afirmei. Após uns dias tiveste que regressar, senti-me frágil e vulnerável. Cometi um erro talvez noutras circunstâncias considerado imperdoável. Concebeste-me o teu perdão. Hoje, falamos de tempos a tempos. Nunca mais te reencontrei pessoalmente mas ainda vivo para essa esperança. Não sei se te tornaste uma pessoa diferente ou não... afinal de contas já passaram seis anos...

Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

...

Um outro facto contribuiu naquele tempo para aumentar a minha sensação de angústia e de impotência em face das dificuldades materiais. Semelhante a uma barra de ferro que uma chama persistente amolece e dobra, sentia então que o metal do meu ânimo ia gradualmente amolecendo e dobrando pelas angústias que o oprimiam. Contra minha vontade, sentia inveja daqueles que não sofriam como eu; e esse incorrecto e mau sentimento, sempre contra minha vontade, era acompanhado de rancor, um rancor que não tinha por objecto situações ou pessoas em particular, mas que tendia, por uma invencível inclinação, a generalizar-se e a assumir o carácter abstrato de uma concepção de vida.

Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Felicidade (...)

E pensar que recusei aceitá-la vezes sem conta, que lhe virei costas, não sei se por medo se por ignorância, que quando mais tentava apoderar-se de mim mais eu a afastava.. Tudo porque tinha medo que ela me aprisionasse ainda mais no meu mundo a preto e branco, por entre correntes de tristeza e de solidão que feriam e enfraqueciam propositadamente a minha alma e medo de que ela fosse cruel a ponto de me afundar num poço sem fim. Ao contrário do que previra, ela não desistiu, guerreou sem cessar contra todos os sentimentos que em mim a rejeitavam. Desesperada e desnorteada fui cedendo cada vez mais, inicialmente de forma quase inconsciente, posteriormente já sem conseguir disfarçar o entusiasmo que ela me provocava. Invadiu-me, moldou-me, consquistou-me, mostrou-me o quanto me podia dar se eu lhe oferecesse o meu coração, abriu o meu espírito a coisas belas que o meu medo, outrora, teimava em esconder... Atravessou-me, invadiu-me, libertou-me, fez-me ver para além dela.. tornou-me mais forte e descontraída. Segurou-me, quando, enfraquecido, o meu corpo vacilava. Agora, quando, por entre um suave e deslumbrante nevoeiro, ela se insurge, eu não a deixo fugir, agarro-a.. agora, quando ela não aparece, procuro-a!

Música: I'd like my self believe
Segunda-feira, 1 de Março de 2010

Desabafar

Quis escrever este post com o intuito de desabafar, de escrever, escrever até os músculos das minhas mãos se renderem ao cansaço, até toda a mágoa que suporto em mim se extinguir por completo, até me sentir suficientemente capaz de tomar uma decisão minimamente coerente com aquilo que sinto ... mas, de um momento para o outro, toda essa ânsia por desabafar se desvaneceu e deu lugar à habitual e indesejável insegurança ... porque tenho sempre que guardar os sentimentos mais dolorosos dentro de mim? Porque é que quando algo corre mal, tudo o resto corre mal em simultâneo?

 

As palavras estão a extinguir-se tal como eu receava...

 

...

Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Partidas que pregamos a nós próprios

Haverá pior  tormento que o de um coração sem qualquer ponta de certezas?

Creio que não.

 

Aguardei tempos e tempos por um sinal teu, por mais ínfimo que fosse, por mais inatingível que fosse, por mais vulgar que fosse, por mais insignificante que fosse. Esse sinal surgiu, tão discreto para os outros quanto arrebatador para mim. Senti aquele fervilhar de emoções, que em tempos tanto desejara, forçar as portas do meu coração  ... mas ... faltava algo que sempre esperei encontrar em ti, adormecido por entre a tua tão irresistivel quanto abominável personalidade, e que, o teu olhar ,às vezes, me dispensa em doses insuficientes, falta algo ... algo que me confira protecção e segurança que em tempos ignorei por completo a existência, mas que a minha consciência, indignada, despertou em mim, aquele conforto e  aconchego que por entre mentiras indiscretas me proporcionavam calor, até frio, se eu pedisse, sempre terminavam fulminando-me. Trouxes-te contigo, sem saberes, alguém que me proporcionou tudo isso, alguém que, em reunião contigo, me conferia a felicidade e realização que sempre em sonhos atingi. 

  Agora, sinto a minha cabeça latejar, por não suportar a imensidão de felicidade que isso me poderia provocar; por saber que estou a agir em puro egoísmo; por saber, ou não saber, controlar certos sentimentos que desejo, extinguindo-os ou, simplesmente, ignorando-os; por não ser capaz de sofrer em silêncio, evitando males maiores.

Sensação de liberdade ;)

.Novembro 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
blogs SAPO

.subscrever feeds